Sons of Anarchy

janeiro 19, 2018




Sons of Anarchy (ou Filhos da Anarquia, aqui no Brasil) foi criada e produzida por Kurt Sutter (intérprete de Otto “Big” Delaney), transmitido pelo canal FX. Retratando-se sobre a vida de um Motorcycle Club que se passa em Charming, uma cidade fictícia no norte da Califórnia, SoA conta a história da família Teller-Morrow, assim como os outros membros da SAMCRO (Sons of Anarchy Motorcycle Club, Redwood Original) ou Sam Crow, cidadãos de Charming, aliados e gangues rivais, entre outros.



O grupo, liderado por Clarence “Clay” Morrow (Ron Perlman) e Jackson “Jax” Teller (Charlie Hunnam), lida com atividades ilícitas como tráfico de drogas e filmes pornô. Apesar de conciliarem suas ocupações com a família, eles precisam conviver com suas opiniões divergentes onde Clay prefere a tradição violenta envolvendo armas e muito sangue, enquanto Teller inspira-se no revolucionário discurso do diário de seu pai falecido em um acidente de moto, John Teller.

A série procura não focar apenas sobre o clube de motoqueiros, mas também na vida pessoal deles, como a vida dupla: de manhã eles são motoqueiros que se juntam em um armazém para discutir planos para o grupo, enquanto que no resto do dia eles tentam ser pessoas normais e preocupadas em viver suas próprias vidas.
Então podem ter certeza: além de muita ação, lutas, tiros, sangues, armas, e cenas quentes, haverá também muito drama envolvido.

(Marcus Álvarez, líder do Mayans MC à esquerda; Jax Teller, líder dos Sons à direita.)

Como já mencionado acima, outros grupos (as gangues) são fundamentais para os negócios SAMCRO, embora haja um “todos contra todos” por debaixo dos panos. Havendo muita retaliação durante a série.
Estes grupos dividem-se a partir da sua etnia. One-Niners, um grupo de traficantes de armas formado apenas por negros; Mayans MC, formado apenas por mexicanos, onde o principal negócio é o comércio de heroína, e também alguns envolvimentos na prostituição; Henry Lin, que só aceita chineses como membros do “clube da heroína”; Os Sons, que a princípio são os “branquinhos”; Entre outras que é melhor vocês assistirem para descobrir, não é mesmo?  


Quando falamos de Sons of Anarchy não tem como nos esquecermos delas: as motocicletas. Que convenhamos... Cada ronco de motor e design de tirar o fôlego! Os Sons usam motos customizadas (as famosas “custom”) da Harley-Davidson, onde cada um personaliza de acordo com seu estilo individual, sendo todas elas na cor preta. Normalmente, as motos têm o ceifador do clube ou o “A” simbolizando o anarquismo. Já os coletes dos membros, têm o ceifador segurando uma bola de cristal com o símbolo “A”, aparecendo na parte de trás.
Não podemos esquecer também as tatuagens pelo corpo, onde contam a história de vida de cada membro; bebidas, cigarros, drogas e sexo.



CURIOSIDADES:
 1. Vocês devem estar olhando para o Jax Teller e se perguntando de onde viu esse rostinho lindo. Pois bem, o ator Charlie Hunnam, já interpretou vários papéis bastante conhecidos. Como nos filmes “Hooligans”, “Círculo de Fogo”, “A Colina Escarlate” e no mais recente “Rei Arthur: A Lenda da Espada (2017)”; além de outra série do gênero LGBT numa curta participação, “Queer As Folk”. 
Sem contar que esse homem não é nem gente, nem anjo. É um deus! De tão maravilhoso de absurdo.


 

           2.    (Essa é para nós, fãs loucos da série.) Há uns dois anos, a FX tem desenvolvido um spin-off de Sons of Anarchy, Mayans MC. Entretanto, não obtiveram sucesso nas gravações. O episódio pilot, gravado em 2017, foi desastroso e o canal decidiu mudar completamente a série – tramas, atores principais, refilmando o pilot. Mas só agora, começo de 2018, a FX FINALMENTE oficializou a série tendo a primeira temporada com 10 episódios, estreando ainda esse ano. (Ouvimos um amém?!)
A história da série acompanhará EZ Reyes (JD Pardo, outro ator ma-ra-vi-lho-so), recém-saído da prisão e novato na Mayans MC, que atua na fronteira entre a Califórnia (EUA) e o México. EZ, que um dia já foi um menino de ouro prestes a viver o sonho americano, agora precisa encontrar sua nova identidade como um fora da lei.



Críticas: Por ser uma pessoa muito fã dessa série, dificilmente encontrarei defeitos a se dizer. Apenas um alerta em relação às cenas fortes e de violência, que podem ser pesadas demais para determinadas pessoas (a meu ver). Fora isso, a série retrata muito bem como funcionam as gangues, onde muita gente morre, se machuca, e que não há glamour ou frescurite alguma. Não só no meio do “trabalho”, mas como eles arriscam a própria vida e de seus familiares e amigos. Além disso, ainda mostra uma divisão da etnia vigente nos EUA, como os bairros que se dividem por negros, latinos, brancos, etc.
Apesar da série não ter a mesma visibilidade de The Walking Dead. Game of Thrones e Friends (já comentadas aqui no blog), entre outros... SoA tem um público bastante cativo e grande, com uma narrativa muito interessante. Além de uma trilha sonora excepcional, com aquela pegada bem “swagger” e de liberdade.

 "Amor, camaradagem, liberdade… Todas as coisas que eu queria dessa vida estão perdidas nesse estrondo." (Season 6, Ep. 13)
É isto que vocês podem esperar dessa série.

Com amor, Thalis.

Game of Thrones

janeiro 16, 2018



Série de maior sucesso da HBO desde que estreou em 2011, Game of Thrones foi criado como a adaptação dos livros reunidos: As Crônicas de Gelo e Fogo (A Song of Ice and Fire), sendo escritos por George Raymond Richard Martin, mais conhecido somente como George R. R. Martin. Com sete temporadas já exibidas, a série de televisão norte-americana vem em andamento com a sua oitava e última temporada que estreia em 2019.


Numa terra onde os verões podem durar vários anos e o inverno toda uma vida, como cenário principal os Sete Reinos de Westeros, a história gira em torno de uma disputa do poder absoluto pelo Trono de Ferro, enchendo assim a trama de conspirações e rivalidades entre reis, herdeiros e bastardos nesse jogo de disputa. O inverno finalmente chegou e agora o inimigo se tornou outro. Além das Muralhas do Norte, ameaças muito piores tomam todo o rumo da série. 



CURIOSIDADES:

1. Sophie Turner, que interpreta Sansa Stark, adotou o cachorro que fez o papel do seu lobo (Lady) no seriado. 

2. A produção contratou o especialista David J. Peterson para desenvolver as línguas dos Dothraki e do império Valyriano. Ele partiu das poucas palavras criadas por George R.R. Martin em seus livros. 
3. O cantor Ed Sheeran fez uma participação especial em Game of Thrones na estreia da sétima temporada para surpreender a atriz Maisie Williams, que interpreta a Arya Stark. 

(Cena de Ed Sheeran)

CRÍTICA/OPINIÃO: 
Comecei a série quando ela já estava na sua sexta pra sétima temporada, e definitivamente a devorei em instantes. Toda essa composição maravilhosa de Game of Thrones envolver dragões, humanóide (White Walkers ou Caminhantes Brancos) e juntar tudo e envolver num cenário medieval é simplesmente uma das minhas obras favorita do momento. Não há quem dê uma chance para essa série e venha a se arrepender. Porque de alma e coração, eu dou toda uma infinitude de números como nota. E falando particularmente dos livros aqui: recomendo-os também. Você vai ter uma experiência rica em detalhes bem mais incrível do que a série é.


Você está preparado para esta grande batalha? Lembre-se: Winter is here. 
Até a próxima, ou devo dizer-lhes: Valar Morghulis. 

Com amor, Letícia.

series ativas

Suits

janeiro 11, 2018



Produzida pela Universal Cable e marcando presença no catálogo da Netflix, Suits é um drama legal de origem canadense, dirigido por Aaron Korsh e conta a história de Mike Ross, um jovem brilhante que sofre uma virada inesperada da vida e vê seus planos e sonhos irem para o ralo, até esbarrar com o maior negociador de Nova Iorque, Harvey Specter. 


Por conta de um trauma de infância, Mike decide que fará o possível para que ninguém sinta o que ele sentiu naquela fatídica noite, mas a verdade é que com o passar do tempo, as coisas saem um pouco de controle e os planos sofrem uma virada nada positiva.


Donna, a secretária de Harvey, está ajudando na seleção de candidatos a futuros associados para trabalhar com ele, mas nenhum candidato parece agradar, até que um candidato inesperado aparece e cativa a moça sem o menor esforço. Mike é brilhante e isso é facilmente notado, principalmente por Donna, que coloca sua carreira e de Harvey em risco ao contratarem Mike como seu associado, mesmo sabendo que apesar de sua inteligência, ele nunca chegou a cursar direito. Um laço é formado e eles passam a ser muito mais do que apenas colegas de trabalho. Eles se tornam família! 

Descrição da NetflixMesmo sem se formar e sem licença para advogar, um jovem brilhante impressiona um importante advogado e consegue uma cobiçada posição em sua firma.


Crítica: Eu não dava nada pela série, sempre passava por ela ao analisar o cátalogo da Netflix, mas quando assisti, em menos de um mês eu já estava na terceira temporada. A série é viciante, assim como a música de abertura, que fica na cabeça diariamente. Equilibradíssima, Suits tem a dose perfeita de tudo! Drama, ação, suspense, romance e comédia e algumas lágrimas ao longo do caminho. A série é incrível e eu faço questão de indicá-la! INDICO E INDICO MUITO!
Pegue um pedaço de torta e façam uma maratona, vocês não vão se arrepender.
Até a próxima.

Com amor, Camilla. 

Para Sempre Alice

janeiro 09, 2018



Para Sempre Alice é um filme fictício, que narra a realidade. A Alice do título é uma professora da renomada universidade Columbia, em Nova York, que leva uma vida ativa ao lado do marido. Durante uma de suas aulas, Alice acaba se esquecendo de uma palavra, o que venhamos e convenhamos, é até normal, principalmente quando se tem apenas 50 anos. 


O momento de decisão acontece quando Alice está correndo pelo campus que conhece como a palma da sua mão e acaba se desorientando e não lembrando de onde está. Ela fica assustada por se perder em um lugar familiar e procura um médico, que dispara o diagnóstico de forma dura: mal de Alzheimer, sem possibilidade de cura ou regressão. A família de Alice entra em estado de negação, já que é cedo pra ela apresentar qualquer sinal da doença.


É entristecedor observar a Alice pós diagnóstico, porque a doença avança com mais rapidez do que se esperava e acaba sendo chocante ver a transformação da mulher de meia idade completamente independente, virar um ser completamente dependente, mesmo que nas tarefas mais simples. Cito um trecho da postagem sobre o filme do blog Universocals:
"Os diretores Richard Glatzer e Wash Westmoreland quase que transformam o drama em terror no melhor sentido possível. A transformação (ou degradação) de Alice é tão brutal e avassaladora que impacta até o mais insensível dos espectadores."



Curiosidades: Portador de esclerose lateral amiotrófica (ELA), o diretor Richard Glatzer lutava contra a doença durante as filmagens. Ele morreu em março de 2015, aos 63 anos.

Crítica: O filme me marcou completamente! Nunca tive contato com a doença, mas o filme marca, ele deixa um questionamento em nós, principalmente no discurso de Alice, onde ela diz que nossas lembranças são nosso maior bem. O filme é comovente e Julianne mereceu as trinta estatuetas que recebeu por sua atuação, porque ela foi indescritível. 

Assistam, vale muito a pena!

Até a próxima.
Com amor, Camilla.

series ativas

The End of the F***ing World

janeiro 05, 2018



Chegando hoje no catálogo da Netflix, The End Of The F***ing World, uma série britânica de humor negro, baseada na série de quadrinhos de mesmo nome, de Charles S. Forsman, já chega quebrando os padrões do famoso "crush", quando um adolescente psicopata e uma jovem rebelde caem na estrada em busca de aventuras e a viagem acaba sendo tudo aquilo que eles não poderiam imaginar. 


Com uma narrativa única, TEOTFW é divida entre os pensamentos de James e Alyssa, dois desajustados que não se encaixam em lugar nenhum. James busca uma forma de sentir algo, qualquer coisinha que seja. Alyssa busca viver a vida de acordo com os ensinamentos do pai ausente. Juntos, os dois perdidos vão viver uma história conturbada, bem ao estilo Bonnie e Clyde, só que na versão teen. Nessa história, uma coisa é certa: Confusão não vai faltar. 



CRÍTICA: A primeira temporada contém APENAS 8 episódios e eles são tão curtinhos, que quando me dei conta, já tinha terminado. Não é uma série ruim, mas também não é excelente, daquelas que a gente fica sem fôlego e eternamente apaixonado. Confesso que eu esperava um pouquinho mais e fiquei meio decepcionada com o final, mas não é assim tao ruim, né? Dá pro gasto. Se eu tivesse que dar uma nota, eu daria um 6.

Eu fiquei só o James quando assisti o último episódio:


Trailer:


Com amor, Camilla.

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